segunda-feira, 24 de junho de 2013

ESSA PAZ QUE QUEREMOS!


Jesus nos ensinou como obter a paz interior, fazendo por nós e pelos outros o melhor que podemos. Mas, todos os dias e todos os instantes temos a oportunidade de avançar ou recuar no propósito da nossa regeneração interior!

Vamos pensar e repensar no que realmente precisamos...

O ALIMENTO ESPIRITUAL...

O PÃO NOSSO DE CADA DIA...

TRABALHO NO BEM
TRABALHO CONOSCO
TRABALHO COM O OUTRO

ORAÇÃO
PRECE
AMOR
AMIZADE
UNIÃO


segunda-feira, 17 de junho de 2013

NÃO PRECISAMOS VENDER NOSSA PAZ INTERIOR AO MUNDO DAS AFLIÇÕES

NÃO PRECISO


NÃO PRECISO...

- Fazer parte de toda a moda disponível acumulando mais roupas, sapatos e bolsas do que o necessário em tempo tão curto;

- Colecionar objetos bonitos que decoram espaços que não tem mais o que mexer, tornando-os sem utilidade;

- Comer mais guloseimas e alimentos que não promovem a saúde do meu corpo que está satisfeito com a refeição proferida;

-Gastar mais recursos financeiros do que aqueles que realmente tenho condições de receber mensalmente;

- Ajudar pessoas, e sentir-me ajudando, apenas com recursos materiais... existem outras formas de caridade espiritual, emocional e psicológica em todos os tempos, para todas as pessoas.
NÃO PRECISO...
- Usufruir de todas as TECNOLOGIAS disponíveis no mercado de celulares, TVs, Motos,Carros, Eletrodomésticos e Eletrônicos;

- Me desgastar com pessoas que não querem mudar;

- Me desgastar com situações e problemas que precisam de mais tempo para a solução do que o imediato;

- Me desgastar com necessidades que não possuo verdadeiramente...


PRECISO...
... Buscar a pazzzzzzzzzzz...


QUERO PRATICAR A PAZ INTERIOR!

Usando aquilo que preciso, para facilitar a praticidade da vida, a fim de aproveitar mais o tempo com coisas que realmente me fazem mais feliz...

Família e amigos
 Evangelização e Trabalho no Bem


Meditação e Oração

PORQUE SOU ESPÍRITO IMORTAL!




quarta-feira, 5 de junho de 2013

ESTUDO DO LIVRO " OS MENSAGEIROS" DE ANDRÉ LUIZ, psicografado por Chico Xavier



" ... Ninguém pode trair as Leis Evolutivas..." 
# Mediunidade é compromisso de resgate espiritual e divino conosco mesmo, mas primeiro, com aqueles que fizemos sofrer em vidas passadas e nos pedem ajuda sincera para evoluir. (Nota minha)

CONSCIÊNCIA UNIVERSAL

" Compelido a destruir meus castelos de exclusivismo injusto, senti que outro amor se instalava em minha alma..." André Luiz CAP I - RENOVAÇÃO 


"... Seu coração é uma taça iluminada de raios do alvorecer divino, mas vazia dos sentimentos do mundo, que a encheram por séculos consecutivos..." (Narcisa orienta André Luiz)
"... Não poderia, eu mesmo, formular tão exata definição do meu estado espiritual." Cap I.

"... Nosso serviço é variado e rigoroso. O departamento de trabalho, afeto à nossa responsabilidade, aceita somente os cooperadores interessados na descoberta da felicidade de servir, comprometendo-nos, mutuamente, a calar toda espécie de reclamação..." ( Cap´. II- Aniceto)

# Lamentavelmente a mediunidade exige muito dos encarnados e nem todos conseguem cumprir seu papel aqui na Terra, demanda tempo, confiança, amor, dedicação, vigilância, bons hábitos, bons pensamentos e principalmente conexão com os bons espíritos constantemente. Muita gente duvida demais e acaba sendo pego pela rigorosidade demasiada, fracassando no trabalho edificante, taxam amigos de obsediados e julgam mensagens puras como animismos, sem ao menos ler e avaliar com prudência. Não podemos ser manipuláveis demais, nem crentes demais, mas também precisamos abrir a mente para a verdade espiritual. (Nota minha)

"...Os serviços eram promissores, as atividades nobres e construtivas, mas enchi-me de exigências, levado pelo excessivo apego à posição de comando do barco doutrinário..." ( Cap XI – Belarmino, o Doutrinador)

# Muitos de nós, quando conhecemos a beleza do trabalho espiritual desejamos posição de destaque, mas, nem sempre estamos preparados para servir mais do que os outros, no fundo, é a nossa vaidade querendo aparecer acima e melhor do que os demais irmãos. (Nota minha)

"— É que a multiplicidade de fenômenos e as singularidades mediúnicas reservam surpresas de vulto a qualquer doutrinador que possua mais raciocínio na cabeça que sentimentos no coração. Em todos os tempos o vício intelectual pode desviar qualquer trabalhador mais entusiasmado que sincero, e foi o que me aconteceu." ( Cap XII - A palavra de Monteiro)

# É fácil ficar entusiasmado com os poderes invisíveis da mediunidade, mas ao mesmo tempo que ela nos ajuda e ajuda os outros, ela pode trazer informações, visões e situações complicadas que exigem muita disciplina espiritual, intelectual e prudência moral para conosco e com o próximo. A mediunidade depende de seu médium. (Nota minha)


"— De desvio em desvio, a angina encontrou-me absolutamente distraído da realidade essencial. Passei para cá, qual demente necessitado de hospício. Tarde reconhecia que abusara das sublimes faculdades do verbo. Como ensinar sem exemplo, dirigir sem amor? Entidades perigosas e revoltadas aguardaram-me à saída do plano físico. Sentia, porém, comigo, singular fenômeno. Meu raciocínio pedia socorro divino, mas meu sentimento agarrava-se a objetivos inferiores. Minha cabeça dirigia-se ao Céu, em súplica, mas o coração colava-se a Terra. Nesse estado triste, vi-me rodeado de seres malévolos que me repetiam longas frases de nossas sessões. Com atitude irônica, recomendavam-me serenidade, paciência e perdão às alheias faltas; perguntavam-me, igualmente, porque me não desgarrava do mundo, estando já desencarnado. Vociferei, roguei, gritei, mas tive de suportar esse tormento por muito tempo." (Cap XII - A palavra de Monteiro)

# Às vezes tenho medo de fazer palestras, porque sei, que ainda preciso percorrer muitos degraus evolutivos para dar o exemplo completo de tudo o que falo ao público. Mas, antes de cada exposição, inclusive evangelização para crianças, sinto que a lição vem de encontro imediato com a minha necessidade do momento, antes mesmo da necessidade dos meus ouvintes irmãos, e pequeninos evangelizandos...(Nota minha)

— Contam as tradições populares da Índia que existia uma serpente 
venenosa em certo campo. Ninguém se aventurava a passar por lá, receando-lhe o assalto. Mas um santo homem, a serviço de Deus, buscou a região, mais confiado no Senhor que em si mesmo. A serpente o atacou, desrespeitosa. Ele dominou-a, porém, com o olhar sereno, e falou:
 — Minha irmã, é da lei que não fará mal a ninguém. A víbora recolheu-se, envergonhada. Continuou o sábio o 
seu caminho e a serpente modificou-se completamente. Procurou os lugares habitados pelo homem, como desejosa de reparar os antigos crimes. Mostrou-se integralmente pacífica, mas, desde então, começaram a abusar dela. 
Quando lhe identificaram a submissão absoluta, homens, mulheres e crianças davam-lhe pedradas. A infeliz recolheu-se à toca, desalentada. Vivia aflita, medrosa, desanimada. Eis, porém, que o santo voltou pelo mesmo caminho e deliberou visitá-la. Espantou-se, observando tamanha ruína. A serpente contou-lhe, então, a história amargurada. Desejava ser boa, afável e carinhosa, mas as criaturas perseguiam-na e apedrejavam-na. O sábio pensou, pensou e respondeu após ouvi-la:
— Mas, minha irmã, houve engano de tua parte. Aconselhei-te a não morderes ninguém, a não praticares o assassínio e a perseguição, mas não te disse que evitasses de assustar os maus. Não ataques as criaturas de Deus, nossas irmãs no mesmo caminho da vida, mas defende a tua cooperação na obra do Senhor. Não mordas, nem firas, mas é preciso manter o perverso à distância, mostrando-lhe os teus dentes e emitindo os teus silvos.

# Incrível como precisamos nos proteger de ações desumanas e animais de outros irmãos nossos, ainda presos ao sentimento de abuso, exploração e depreciação em relação ao próximo, aos animais e à natureza. André Luiz também nos elucida sobre a importância da alimentação vegetariana, dos sentimentos puros que saem da nossa boca, do nosso sentimento e do nosso coração, os cuidados com o corpo físico e tudo o que Deus nos concedeu para viver aqui na Terra e em espírito. (Nota minha)

"Reparei que num ângulo da grande mesa havia numerosas indicações de receituário e assistência. Os mais variados nomes ali se enfileiravam. Muitas pessoas pediam conselhos médicos, orientação, assistência e passes. 
Quatro facultativos espirituais se moviam diligentes, e, secundando-lhes o esforço humanitário, quarenta cooperadores diretos iam e vinham, recolhendo informações e enriquecendo por menores. Aproximamo-nos do grande número de papéis nominados, e enquanto curiosamente buscava examiná-los, Aniceto explicou:
— Temos aqui a indicação das pessoas que se afirmam necessitadas 
de amparo e socorro imediato.
— Mas recebem elas tudo quanto pedem? — indagou Vicente, curioso.
Nosso mentor sorriu e respondeu:
— Recebem o que precisam. Muitos solicitam a cura do corpo, mas 
somos forçados a estudar até que ponto lhes podemos ser úteis, no 
particularismo dos seus desejos; outros reclamam orientações várias, obrigando-nos a equilibrar nossa cooperação, de modo a lhes não tolher a liberdade individual. A existência terrestre é um curso ativo de preparação espiritual e, quase sempre, não faltam na escola os alunos ociosos, que perdem o tempo ao invés de aproveitá-lo, ansiosos pelas realizações mentirosas do menor esforço. Desse modo, no capítulo das orientações, a maior parte dos pedidos são desassisados. A solicitação de terapêutica para a manutenção da saúde física, pelos que de fato se interessem pelo concurso espiritual, é sempre justa; todavia, no que concerne a conselhos para vida normal, é imprescindível muita cautela de nossa parte, diante das requisições daqueles que se negam voluntariamente aos testemunhos de conduta cristã. O Evangelho está cheio de sagrados roteiros espirituais e o discípulo, pelo menos diante da própria consciência, deve considerar-se obrigado a conhecê-los." (CAP XLVI- Aprendendo Sempre)
# Muitas vezes, pedimos de tudo para Deus, e os bons espíritos tentam nos ajudar com o que precisamos e nem sempre ficamos satisfeitos com o que recebemos, porque é difícil compreender sempre, o sentimento de justiça, amor, caridade e educação espiritual que o nosso Criador tem por nós. Não queremos sofrer. Não queremos nada que nos incomode a alma, ainda somos crianças celestes em estado terreno, alienadas das verdades espirituais. Nos revoltamos contra tudo aquilo que não recebemos e contra tudo o que recebemos como processo educativo. Tudo é processo educativo, e nem sempre conseguimos sorrir para os problemas, nossos degraus sagrados de evolução. Todos nós deveríamos nos felicitar pela superação de cada problema, comemorar cada vitória e sorrir a cada novo processo encerrado. Mas, ainda não sabemos agradecer, nem entender as provas, muitas vezes escolhidas por nós.(Nota minha)



Cap XLVIII- PAVOR DA MORTE

Respeitosamente, interroguei Aniceto nesse sentido.
— De fato, André — respondeu o generoso mentor — a maioria dos desencarnados recebe esclarecimentos justos em nossa esfera de ação. Você mesmo, nos primórdios da nova experiência espiritual, não foi conduzido ao ambiente de nossos amigos corporificados para o necessário encaminhamento. Grande número de criaturas, porém, na passagem para cá, sentem-se possuídas de “doentia saudade do agrupamento”, como acontece, noutro plano 
de evolução, aos animais, quando sentem a mortal “saudade do rebanho”. Para fortalecer as possibilidades de adaptação dos desencarnados dessa ordem ao novo “habitat”, o serviço de socorro é mais eficiente, ao contacto das forças magnéticas dos irmãos que ainda se encontram envolvidos nos círculos carnais. Esta sala, em momentos como este, funciona como grande incubadora de energias psíquicas, para os serviços de aclimação de certas organizações espirituais à vida nova.
E, designando a grande assembléia de necessitados, continuou:
— Os irmãos, nas condições a que me refiro, ouvem-nos a voz, consolam-se com o nosso auxílio, mas o calor humano está cheio dum magnetismo de teor mais significativo, para eles. Com semelhante contacto, experimentam o despertar de forças novas. Por isso, o trabalho de cooperação, em templos desta espécie, oferece proporções que você, por agora, não conseguiria imaginar. Não observou os preguiçosos, os dorminhocos e invigilantes que vieram colher benefícios nesta casa? Pois eles também deram 
alguma coisa de si... Deram calor magnético, irradiações vitais proveitosas aos benfeitores deste santuário doméstico, que manipulam os elementos dessa natureza, distribuindo-os em valiosas combinações fluídicas às entidades combalidas e inadaptadas.
# Em muitos trabalhos espirituais, é perceptível nossa doação energética, enquanto encarnados para uma série de irmãos recém desencarnados. Deus nos concede a oportunidade de ajudar-nos uns aos outros em esferas diferentes, doando fluidos, que "agasalham" nossos irmãos para prepará-los para a nova realidade espiritual. Como estudamos em outros capítulos, é mais comum o desencarne cheio de ilusões, fracassos e problemas orgânicos, psicológicos, emocionais e espirituais do que uma volta tranquila e normal para o mundo de onde viemos. Por este motivo, é importante o esclarecimento para que possamos viver bem e morrer melhor ainda. (Nota Minha)


E, desejoso talvez de consubstanciar a síntese da lição, rematou:
— Como vêem, a ideia da morte não serve para aliviar, curar ou edificar verdadeiramente. É necessário difundir a ideia da vida vitoriosa. Aliás, o Evangelho já nos ensina, há muitos séculos, que Deus não é Deus de mortos, e, sim, o Pai das criaturas que vivem para sempre.
# Não estamos totalmente prontos para a morte do corpo físico, ainda nos prendemos à ilusão de estar no mundo encarnado como parte de um processo educativo a ser superado. Precisamos de mais tempo, esclarecimento e vontade disciplinada pela mente espiritual que transmita as ordens necessárias da nossa consciência, quando o nosso dever e os nossos compromissos terminarem, para que possamos ir em paz. (Nota Minha)


terça-feira, 28 de maio de 2013

RELIGIÃO E RELIGIOSIDADE


Muitos jovens e adultos, se questionam da eficácia e a eficiência da religião, nas suas vidas. Muitas lutas humanas foram geradas por causa deste sectarismo, ou seja, dessa falta de conhecimento religioso em relação aos dogmas e modos de pensar de outras culturas religiosas. Mas, O CRIADOR, o ser superior, o DEUS, de toda a humanidade gigantesca encarnada na Terra é um só, inclusive da humanidade encarnada fora do nosso planeta que habitam muitos outros lugares. Então, vem a questão da religiosidade.



O QUE É ESSA TAL DE RELIGIOSIDADE HUMANA?

s.f. Característica do que é religioso. Aptidão natural ou tendência específica para os sentimentos religiosos: a religiosidade de Rousseau.Reunião das virtudes religiosas; preceitos éticos de caráter religioso. (Etm. do latim: religiositas.atis)

O dicionário definiu o que está escrito acima, ou seja, os sentimentos religiosos de um ser humano, sua ligação com o ser superior a todas as coisas e a todos os seres existentes. Na Doutrina Espírita, que nos norteia para tudo o que é espiritual, pois somos espíritos em essência, diz que somos conduzidos por Deus ( Causa primeira de todas as coisas). Por este motivo Ele é superior a tudo, ele veio primeiro, é o primeiro e a causa de tudo. O sentimento de amor a esse amor que veio primeiro por nós, que pensou primeiro e já nos ama desde que fomos criados por Ele, é muito superior a toda a nossa ignorância. Sim, porque ignoramos tudo o que não conhecemos e somos ignorantes em relação ao que é DEUS. Daí precisamos de muitas vidas para ir compreendendo aos poucos, no decorrer de milênios infinitos um pouco mais de Deus.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Essa tal liberdade...

O que é que eu vou fazer com essa tal liberdade?

É bom ter liberdade, mas nem sempre sabemos usá-la para aproveitar o tempo. E meu desafio agora é aproveitar isso na minha vida e compartilho com você, leitor, esse valor inestimável para refletir.
Correr
Nadar
Caminhar
Meditar
Dançar
Cantar
Pintar
Tocar
Vibrar... pelas coisas boas da vida!!!


VIVER É MARAVILHOSO!

E pode ser mais ainda quando passamos por uma crise, por uma doença, por um problema chato que incomodou muito...




segunda-feira, 20 de maio de 2013

A REVOLTA QUE NÃO QUERÍAMOS TER...





Muitas vezes sentimos revolta contra algumas coisas que não estão bem.

Não deveríamos, mas sentimos vontade de recomeçar, ou de ser compreendidos, de ser amados, de ser queridos, de ter nossas vontades satisfeitas. Quem nunca sentiu isso, parabéns. Mas desde que o mundo é mundo e o homem é humano, ela existe dentro de nós. Algumas vezes são sentimentos rápidos, outras vezes se acumulam e tornam-se armas cruéis.

Não deveríamos ter a revolta, que no fundo é o nosso orgulho ferido nos chamando atenção. Ainda somos crianças nesta vida enorme e eterna que porvirá. Mas, quando ela vir, vamos senti-la e deixá-la ir embora. Ela já serviu de mola para muito crescimento. Graças a ela, temos todas as tecnologias e todas as mudanças, revolucionárias. Alguém soube se revoltar bem.

E como nos revoltamos bem?

É uma boa pergunta. Se ainda temos tantas imperfeições, devemos buscar ser melhores e nos revoltar bem...
Porque no fundo, só o bem existe.
O mal é pura ignorância.

Talvez, saber se revoltar bem é saber parar.
Saber deixar a raiva passar.
Saber o motivo real dos nossos sentimentos...
Enfim... nos permitir errar porque estamos todos no mesmo barco da vida, e se nalfragamos, afundamos na tristeza, na solidão, e no inferno da nossa própria mente. E daí criamos aquele tal de Umbral.

Parar nos faz criar o céu.
Nos faz meditar sobre nossas atitudes...
Nos leva ao perdão das ofensas...
Nos leva ao desprendimento...
À RECONCILIÇÃO CONOSCO MESMOS....
Depois que aprendemos a nos amar, de nos mudar, de nos melhorar, quem sabe conseguiremos mudar os outros, mudar o mundo e construir a NOVA ERA de paz?

A paz, nasce depois da revolta que não queríamos sentir, mas ainda sentimos.
Se não há a guerra interna, logo não há paz...
Se o mal vem da ignorância, o bem vem com o esclarecimento...
São questões filosóficas de vida que precisamos praticar depois de ler este texto de auto-ajuda.

Eu quero, eu penso, eu faço, eu mudo, compartilho, você muda e o mundo muda.

As coisas complexas são apenas coisas simples que não percebemos acumular e então crescem desproporcionadamente.